Maio de 2026
Nefrologia Multiprofissional na Prática Clínica
Integrar o cuidado interdisciplinar: Definir o papel específico de cada categoria profissional (medicina, enfermagem, nutrição, psicologia, serviço social) no manejo do paciente com Doença Renal Crônica (DRC).
Otimizar o tratamento conservador e dialítico: Discutir protocolos conjuntos para a melhoria da qualidade de vida do paciente, visando a prevenção de complicações e a gestão de comorbidades.
Fomentar a educação em saúde: Desenvolver estratégias de comunicação e suporte para que a equipe ajude o paciente e seus familiares na aceitação do diagnóstico e na adesão às restrições hídricas e dietéticas.
Palestrante: Gabriella Prado e Clara Sugizaki
Junho de 2026
Por que fazer uma pós graduação em ABA?
Apresentar como a Análise do Comportamento Aplicada (ABA) funciona na prática, mostrando que ela é uma ciência baseada em evidências capaz de transformar radicalmente a autonomia e a qualidade de vida de pessoas com neurodesenvolvimento (como o Autismo).
Evidenciar o cenário atual do mercado, destacando a escassez de profissionais verdadeiramente qualificados e como a pós-graduação abre portas para atuação em clínicas, escolas e atendimento domiciliar com excelente retorno financeiro.
Explicar a importância da formação aprofundada para desenhar intervenções individualizadas e éticas, mostrando ao público que a pós-graduação é o divisor de águas entre quem apenas “aplica receitas prontas” e quem realmente entende a ciência por trás do comportamento.
Palestrante: Isabela Montalvão
Manejo do profissional em situações de luto por morte e outras perdas
Fornecer ferramentas teóricas e práticas para que os profissionais saibam como reagir, o que falar (e o que não falar) e como acolher colegas ou clientes em processo de luto, transformando a intenção de ajudar em uma ação efetiva e respeitosa. Ampliar a visão sobre o tema, desmistificando a ideia de que o luto se restringe apenas à morte física. O objetivo é capacitar o público a reconhecer e manejar o luto decorrente de outras perdas significativas, como demissões, reestruturações, perda de funcionalidade ou término de projetos de vida. Sensibilizar os participantes sobre a importância de reconhecer os próprios limites emocionais ao lidar com a dor do outro. Focar em estratégias de manejo do estresse e autoacolhimento para evitar o desgaste profissional (como a fadiga por compaixão) e fortalecer a resiliência da equipe.
Palestrante: Livia Brito


