Fevereiro de 2026
Intervenções analítico comportamentais para o transtorno depressivo: recursos terapêuticos e análise funcional.
Dominar a Análise Funcional da depressão: Capacitar os ouvintes a identificar os determinantes ambientais (contingências) que mantêm os comportamentos depressivos, como o baixo reforçamento positivo.
Apresentar recursos terapêuticos baseados em evidências: Explorar ferramentas como a Ativação Comportamental (BA) e o treino de habilidades sociais como estratégias centrais no tratamento.
Diferenciar topografia de função: Ensinar a olhar além dos sintomas visíveis da depressão, focando na função que esses comportamentos exercem no contexto de vida do paciente.
Palestrante: Hendrix Seixas Vieira
Psicólogo pelo Centro Universitário do Norte (Uninorte), pós-graduado em Intervenção na Automutilação, Prevenção e Posvenção do Suicídio pela Unyleya, e formando em Terapia de Aceitação e Compromisso (ACT) e Terapia Comportamental Dialética (DBT) pelo Comportalmente. Atua como psicólogo clínico e supervisor, com experiência no manejo de crises suicidas e comportamentos autolesivos.
Muito Além dos Testes: Avaliação Psicológica e Neuropsicologia como Diferencial Ético e Técnico do Psicólogo
Demonstrar que a avaliação psicológica e neuropsicológica é um processo complexo de raciocínio clínico, onde os testes são ferramentas complementares e não o foco exclusivo do diagnóstico.
Discutir a responsabilidade do psicólogo na escolha de instrumentos validados e na devolução humanizada dos resultados, garantindo a dignidade e os direitos do paciente.
Analisar como o domínio de bases neurobiológicas e funções cognitivas eleva o nível da prática clínica, permitindo intervenções mais assertivas e fundamentadas cientificamente.
Palestrante: Rafael Custódio
O enfoque fenomenológico existencial em psicopatologia
Compreender a psicopatologia como modo de existência: Superar a visão puramente biológica ou diagnóstica, entendendo o transtorno como uma forma específica de o indivíduo se relacionar com o mundo.
Explorar as estruturas da existencialidade: Analisar como categorias como tempo, espaço, corporeidade e alteridade são alteradas nos diferentes quadros psicopatológicos.
Fundamentar a prática clínica na Redução Fenomenológica: Discutir a importância de “colocar entre parênteses” os pré-conceitos teóricos para acessar a essência da experiência do paciente.
Palestrante: Denise Borella
Março de 2026
Territórios da Presença – Práticas Clínicas no Mundo Contemporâneo
Analisar os desafios da clínica atual: Identificar como as transformações socioculturais contemporâneas (como a hiperconectividade e o imediatismo) impactam o setting terapêutico.
Refletir sobre o conceito de “Presença”: Explorar a dimensão ética e afetiva do estar presente como ferramenta fundamental para o vínculo terapêutico e a eficácia clínica.
Propor estratégias de intervenção adaptadas: Discutir novas formas de escuta e atuação que considerem a subjetividade inserida em territórios instáveis e fluidos.
Palestrante: Virgínia Suassuna
Além do ‘Pauzinho’: O que a Avaliação Psicológica realmente diz sobre você no volante?
Desmistificar o processo de avaliação: Discutir a complexidade dos processos psicológicos superiores (atenção, memória, personalidade) envolvidos na condução de veículos, superando a visão reducionista focada apenas em testes expressivos (como o Palográfico).
Analisar a validade preditiva dos testes: Apresentar as evidências científicas que sustentam o uso de instrumentos psicológicos para a prevenção de acidentes e a promoção da segurança viária.
Refletir sobre a ética no contexto do trânsito: Debater o papel social do psicólogo perito e a importância de uma avaliação rigorosa para o bem-estar coletivo.
Palestrante: Marynara Marinari
“O terapeuta em sofrimento: clínica, limites e cuidado de quem cuida”
Identificar sinais de esgotamento profissional: Discutir a fenomenologia do Burnout e da fadiga por compaixão especificamente no exercício da psicoterapia.
Demarcar os limites da neutralidade e empatia: Refletir sobre como a subjetividade e as vulnerabilidades do terapeuta atravessam o manejo clínico e o vínculo terapêutico.
Promover estratégias de autocuidado ético: Enfatizar a tríade fundamental (terapia pessoal, supervisão e estudo constante) como ferramenta de preservação da saúde mental do profissional.
Palestrante: Guilherme Nogueira
Vivências de Mães de Bebês com Síndromes ou Más Formações
Compreender o luto pelo “filho idealizado”: Analisar os processos psíquicos envolvidos na recepção do diagnóstico e a transição para o cuidado do “filho real”.
Capacitar para o acolhimento humanizado: Fornecer subsídios teóricos para que psicólogos possam atuar em equipes multidisciplinares e no suporte direto a famílias em contextos hospitalares.
Discutir a rede de apoio e políticas públicas: Avaliar o impacto do suporte socioemocional e institucional na resiliência e na saúde mental materna diante de condições crônicas de saúde.
Palestrante: Marina Nunes
Territórios do Sagrado: presença, espiritualidade e clínica gestáltica
Integrar espiritualidade e fenomenologia: Explorar como a dimensão do sagrado pode ser compreendida enquanto um fenômeno da experiência humana dentro da abordagem Gestalt-terapêutica.
Desenvolver a “postura de presença”: Discutir a importância do contato e da consciência (awareness) do terapeuta ao lidar com as crenças e valores transcendentais do cliente.
Diferenciar religiosidade de patologia: Oferecer critérios clínicos para distinguir vivências espirituais saudáveis de quadros psicopatológicos, respeitando a laicidade da profissão.
Palestrante: Isadora Samaridi


