Março de 2026
Além do ‘Pauzinho’: O que a Avaliação Psicológica realmente diz sobre você no volante?
Desmistificar o processo de avaliação: Discutir a complexidade dos processos psicológicos superiores (atenção, memória, personalidade) envolvidos na condução de veículos, superando a visão reducionista focada apenas em testes expressivos (como o Palográfico).
Analisar a validade preditiva dos testes: Apresentar as evidências científicas que sustentam o uso de instrumentos psicológicos para a prevenção de acidentes e a promoção da segurança viária.
Refletir sobre a ética no contexto do trânsito: Debater o papel social do psicólogo perito e a importância de uma avaliação rigorosa para o bem-estar coletivo.
Palestrante: Marynara Marinari
“O terapeuta em sofrimento: clínica, limites e cuidado de quem cuida”
Identificar sinais de esgotamento profissional: Discutir a fenomenologia do Burnout e da fadiga por compaixão especificamente no exercício da psicoterapia.
Demarcar os limites da neutralidade e empatia: Refletir sobre como a subjetividade e as vulnerabilidades do terapeuta atravessam o manejo clínico e o vínculo terapêutico.
Promover estratégias de autocuidado ético: Enfatizar a tríade fundamental (terapia pessoal, supervisão e estudo constante) como ferramenta de preservação da saúde mental do profissional.
Palestrante: Guilherme Nogueira
Vivências de Mães de Bebês com Síndromes ou Más Formações
Compreender o luto pelo “filho idealizado”: Analisar os processos psíquicos envolvidos na recepção do diagnóstico e a transição para o cuidado do “filho real”.
Capacitar para o acolhimento humanizado: Fornecer subsídios teóricos para que psicólogos possam atuar em equipes multidisciplinares e no suporte direto a famílias em contextos hospitalares.
Discutir a rede de apoio e políticas públicas: Avaliar o impacto do suporte socioemocional e institucional na resiliência e na saúde mental materna diante de condições crônicas de saúde.
Palestrante: Marina Nunes
Territórios do Sagrado: presença, espiritualidade e clínica gestáltica
Integrar espiritualidade e fenomenologia: Explorar como a dimensão do sagrado pode ser compreendida enquanto um fenômeno da experiência humana dentro da abordagem Gestalt-terapêutica.
Desenvolver a “postura de presença”: Discutir a importância do contato e da consciência (awareness) do terapeuta ao lidar com as crenças e valores transcendentais do cliente.
Diferenciar religiosidade de patologia: Oferecer critérios clínicos para distinguir vivências espirituais saudáveis de quadros psicopatológicos, respeitando a laicidade da profissão.
Palestrante: Isadora Samaridi


