Abril de 2026
A importância do psicólogo na UTI Neonatal
Facilitar o fortalecimento do vínculo pais-bebê em ambiente crítico: Orientar sobre como humanizar a experiência da UTI, ajudando os pais a se sentirem “pais” apesar da mediação de aparelhos e da fragilidade clínica.
Oferecer suporte emocional e manejo de crise à família: Atuar na contenção da angústia, do luto antecipado e da culpa, ajudando a família a processar o choque do nascimento prematuro ou com patologias.
Promover a saúde mental da equipe multiprofissional: Estabelecer o psicólogo como um facilitador da comunicação entre equipe e família, prevenindo o esgotamento (burnout) dos profissionais que lidam diariamente com a linha tênue entre a vida e a morte.
Palestrante: Bárbara Caetano e Renata Montes
Maio de 2026
Entre contingências e sentimentos: emoções sob a ótica da Análise do Comportamento
Compreender a natureza das emoções: Definir “sentimento” e “emoção” a partir do modelo de seleção pelas consequências (filogênese, ontogênese e cultura), desmistificando a visão das emoções como causas internas do comportamento.
Identificar variáveis de controle: Analisar como operações estabelecedoras (privação, saciação, eventos aversivos) e contingências de reforçamento influenciam as respostas emocionais do indivíduo.
Aplicar o manejo clínico: Desenvolver habilidades para identificar e intervir em comportamentos emocionalmente expressivos durante o processo terapêutico, focando na mudança das contingências ambientais.
Palestrante: Hendrix Seixas
Patologização do Corpo Gordo: O estigma na prática clínica.
Desconstruir o viés de peso: Identificar preconceitos implícitos e explícitos na atuação profissional que associam automaticamente o corpo gordo à falta de saúde ou de autocuidado.
Analisar o impacto do estigma: Avaliar como a gordofobia institucionalizada e clínica compromete a adesão ao tratamento, o diagnóstico tardio e a saúde mental do paciente.
Promover uma abordagem inclusiva: Implementar estratégias de atendimento humanizado e baseado em evidências (como o modelo de Saúde em Todos os Tamanhos – HAES), focando em indicadores de saúde independentes do peso.
Palestrante: Pedro Henrique
Nefrologia Multiprofissional na Prática Clínica
Integrar o cuidado interdisciplinar: Definir o papel específico de cada categoria profissional (medicina, enfermagem, nutrição, psicologia, serviço social) no manejo do paciente com Doença Renal Crônica (DRC).
Otimizar o tratamento conservador e dialítico: Discutir protocolos conjuntos para a melhoria da qualidade de vida do paciente, visando a prevenção de complicações e a gestão de comorbidades.
Fomentar a educação em saúde: Desenvolver estratégias de comunicação e suporte para que a equipe ajude o paciente e seus familiares na aceitação do diagnóstico e na adesão às restrições hídricas e dietéticas.
Palestrante: Gabriella Prado e Clara Sugizaki


