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Fevereiro de 2026

Intervenções analítico comportamentais para o transtorno depressivo: recursos terapêuticos e análise funcional.
Intervenções analítico comportamentais para o transtorno depressivo: recursos terapêuticos e análise funcional.

Dominar a Análise Funcional da depressão: Capacitar os ouvintes a identificar os determinantes ambientais (contingências) que mantêm os comportamentos depressivos, como o baixo reforçamento positivo.

Apresentar recursos terapêuticos baseados em evidências: Explorar ferramentas como a Ativação Comportamental (BA) e o treino de habilidades sociais como estratégias centrais no tratamento.

Diferenciar topografia de função: Ensinar a olhar além dos sintomas visíveis da depressão, focando na função que esses comportamentos exercem no contexto de vida do paciente.


Palestrante: Hendrix Seixas Vieira

Psicólogo pelo Centro Universitário do Norte (Uninorte), pós-graduado em Intervenção na Automutilação, Prevenção e Posvenção do Suicídio pela Unyleya, e formando em Terapia de Aceitação e Compromisso (ACT) e Terapia Comportamental Dialética (DBT) pelo Comportalmente. Atua como psicólogo clínico e supervisor, com experiência no manejo de crises suicidas e comportamentos autolesivos.

13 de Fevereiro às 19H
Muito Além dos Testes: Avaliação Psicológica e Neuropsicologia como Diferencial Ético e Técnico do Psicólogo
Muito Além dos Testes: Avaliação Psicológica e Neuropsicologia como Diferencial Ético e Técnico do Psicólogo

Demonstrar que a avaliação psicológica e neuropsicológica é um processo complexo de raciocínio clínico, onde os testes são ferramentas complementares e não o foco exclusivo do diagnóstico.

Discutir a responsabilidade do psicólogo na escolha de instrumentos validados e na devolução humanizada dos resultados, garantindo a dignidade e os direitos do paciente.

Analisar como o domínio de bases neurobiológicas e funções cognitivas eleva o nível da prática clínica, permitindo intervenções mais assertivas e fundamentadas cientificamente.


Palestrante: Rafael Custódio

20 de Fevereiro às 19H
O enfoque fenomenológico existencial em psicopatologia
O enfoque fenomenológico existencial em psicopatologia

Compreender a psicopatologia como modo de existência: Superar a visão puramente biológica ou diagnóstica, entendendo o transtorno como uma forma específica de o indivíduo se relacionar com o mundo.

Explorar as estruturas da existencialidade: Analisar como categorias como tempo, espaço, corporeidade e alteridade são alteradas nos diferentes quadros psicopatológicos.

Fundamentar a prática clínica na Redução Fenomenológica: Discutir a importância de “colocar entre parênteses” os pré-conceitos teóricos para acessar a essência da experiência do paciente.


Palestrante: Denise Borella

27 de Fevereiro às 19H

Março de 2026

Territórios da Presença – Práticas Clínicas no Mundo Contemporâneo
Territórios da Presença – Práticas Clínicas no Mundo Contemporâneo

Analisar os desafios da clínica atual: Identificar como as transformações socioculturais contemporâneas (como a hiperconectividade e o imediatismo) impactam o setting terapêutico.

Refletir sobre o conceito de “Presença”: Explorar a dimensão ética e afetiva do estar presente como ferramenta fundamental para o vínculo terapêutico e a eficácia clínica.

Propor estratégias de intervenção adaptadas: Discutir novas formas de escuta e atuação que considerem a subjetividade inserida em territórios instáveis e fluidos.


Palestrante: Virgínia Suassuna

01 de Março de 2026
Além do ‘Pauzinho’: O que a Avaliação Psicológica realmente diz sobre você no volante?
Além do ‘Pauzinho’: O que a Avaliação Psicológica realmente diz sobre você no volante?

Desmistificar o processo de avaliação: Discutir a complexidade dos processos psicológicos superiores (atenção, memória, personalidade) envolvidos na condução de veículos, superando a visão reducionista focada apenas em testes expressivos (como o Palográfico).

Analisar a validade preditiva dos testes: Apresentar as evidências científicas que sustentam o uso de instrumentos psicológicos para a prevenção de acidentes e a promoção da segurança viária.

Refletir sobre a ética no contexto do trânsito: Debater o papel social do psicólogo perito e a importância de uma avaliação rigorosa para o bem-estar coletivo.


Palestrante: Marynara Marinari

04 de Março de 2026
“O terapeuta em sofrimento: clínica, limites e cuidado de quem cuida”
“O terapeuta em sofrimento: clínica, limites e cuidado de quem cuida”

Identificar sinais de esgotamento profissional: Discutir a fenomenologia do Burnout e da fadiga por compaixão especificamente no exercício da psicoterapia.

Demarcar os limites da neutralidade e empatia: Refletir sobre como a subjetividade e as vulnerabilidades do terapeuta atravessam o manejo clínico e o vínculo terapêutico.

Promover estratégias de autocuidado ético: Enfatizar a tríade fundamental (terapia pessoal, supervisão e estudo constante) como ferramenta de preservação da saúde mental do profissional.


Palestrante: Guilherme Nogueira

15 de Março de 2026
Vivências de Mães de Bebês com Síndromes ou Más Formações
Vivências de Mães de Bebês com Síndromes ou Más Formações

Compreender o luto pelo “filho idealizado”: Analisar os processos psíquicos envolvidos na recepção do diagnóstico e a transição para o cuidado do “filho real”.

Capacitar para o acolhimento humanizado: Fornecer subsídios teóricos para que psicólogos possam atuar em equipes multidisciplinares e no suporte direto a famílias em contextos hospitalares.

Discutir a rede de apoio e políticas públicas: Avaliar o impacto do suporte socioemocional e institucional na resiliência e na saúde mental materna diante de condições crônicas de saúde.


Palestrante: Marina Nunes

18 de Março de 2026
Territórios do Sagrado: presença, espiritualidade e clínica gestáltica
Territórios do Sagrado: presença, espiritualidade e clínica gestáltica

Integrar espiritualidade e fenomenologia: Explorar como a dimensão do sagrado pode ser compreendida enquanto um fenômeno da experiência humana dentro da abordagem Gestalt-terapêutica.

Desenvolver a “postura de presença”: Discutir a importância do contato e da consciência (awareness) do terapeuta ao lidar com as crenças e valores transcendentais do cliente.

Diferenciar religiosidade de patologia: Oferecer critérios clínicos para distinguir vivências espirituais saudáveis de quadros psicopatológicos, respeitando a laicidade da profissão.


Palestrante: Isadora Samaridi

22 de Março de 2026